quarta-feira, 7 de novembro de 2012

VÊM AÍ NOVIDADES!


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O TEATRO (mas não só) vai estar de regresso à SMUP.
Mantenham-se em contacto e fiquem atentos.

Vêm aí novidades dentro de breves instantes!

domingo, 28 de outubro de 2012

BOA NOVA!!!


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Foto

OP 22 - o quinto projecto mais votado!

Um imenso obrigado a todos os que formularam este projecto, 
o divulgaram e nele votaram!

Viva a SMUP!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

OP 2012 - APRESENTAÇÃO DOS PROJECTOS VENCEDORES


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No Orçamento Participativo de Cascais 2012 participaram 23.198 pessoas.
Amanhã, sábado, os projectos vencedores serão apresentados no Centro de Congressos do Estoril, pelas 17 horas.

Esperamos que o projecto apresentado para a SMUP seja um dos contemplados.

Compareçam!


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

BOM CONCERTO, BOA CASA!


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O Concerto de Outono ontem realizado reuniu quase 200 pessoas na nossa colectividade.
Foi um bom concerto numa boa casa.
Uma casa com novidades: nomeadamente um novo chão (ainda que a necessitar de acabamento, logo que se torne possível).

Foto
Foto ColorPaco
Em breve haverá mais? Sim, vamos lutar por isso!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

É JÁ NESTE DOMINGO!


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CONCERTO de OUTONO
Banda da SMUP

21 de Outubro - 15.30h

Comparece e participa!
(SMUP - Rua Marquês de Pombal, 319 - Parede)

Vamos ter novidades para vos mostrar!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

ANTÓNIO GEDEÃO



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Estrela da Manhã

Numa qualquer manhã, um qualquer ser,
vindo de qualquer pai,
acorda e vai.
Vai.
Como se cumprisse um dever.

Nas incógnitas mãos transporta os nossos gestos;
nas inquietas pupilas fermenta o nosso olhar.
E em seu impessoal desejo latejam todos os restos
de quantos desejos ficaram antes por desejar.

Abre os olhos e vai.

Vai descobrir as velas dos moinhos
e as rodas que os eixos movem,
o tear que tece o linho,
a espuma roxa dos vinhos,
incêndio na face jovem.

Cego, vê, de olhos abertos.
Sozinho, a multidão vai com ele.
Bagas de instintos despertos
ressuma-lhe à flor da pele.

Vai, belo monstro.
Arranca
as florestas com os teus dentes.
Imprime na areia branca
teus voluntariosos pés incandescentes.

Vai

Segue o teu meridiano, esse,
o que divide ao meio teus hemisférios cerebrais;
o plano de barro que nunca endurece,
onde a memória da espécie
grava os sonos imortais.

Vai

Lábios húmidos do amor da manhã,
polpas de cereja.
Desdobra-te e beija
em ti mesmo a carne sã.

Vai

À tua cega passagem
a convulsão da folhagem
diz aos ecos
«tem que ser».

O mar que rola e se agita,
toda a música infinita,
tudo grita
«tem que ser».

Cerra os dentes, alma aflita.
Tudo grita
«Tem que ser».

                                António Gedeão (1906-1997)