quinta-feira, 25 de setembro de 2014
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Instalação "O Campo da Consciência" de Maria Lopes
"O Campo da Consciência" inaugura em Portugal
The Consciousness Field by Maria Lopes
Instalação “O Campo da Consciência”
Inauguração: dia 2 de Outubro às 19h na Sociedade Musical União Paredense (SMUP),
na Rua Marquês de Pombal 319, Parede
OBJECTO
"O Campo da Consciência" é uma instalação itinerante e interactiva que convida o público, de uma forma lúdica a partilhar a sua ideia do que é a consciência.
No "O Campo da Consciência" Maria Lopes cria uma ponte entre a antropologia e a neurociência usando a arte como veículo.
A INSTALAÇÃO
Maria Lopes desenvolveu o conceito para "O Campo da Consciência" quando finalizava o seu mestrado em Antropologia Social na University College London (UCL) em 2008.
A instalação foi criada originalmente para a exposição "The Brain Unravelled" a qual Maria curou e na qual ela declarou a morte do Dualismo Cartesiano.
Desde a sua primeira apresentação em 2009, "O Campo da Consciência" já foi exposto em diversos lugares do Reino Unido, mas também na India, Peru, Bolívia e na cidade de Nova Iorque com a chancela do UK Trade & Investement Department e do British European Design Group.
Maria Lopes recolhe todas as definições de consciência, executa uma análise de frequência e observa o padrão de palavras que emerge. Este padrão é depois comparado entre países com o intuito de investigar se o conceito de consciência é universal.
Maria Lopes tenciona apresentar o resultado global desta sua pesquisa no futuro. Baseado no conceito inglês 'Give something back' que se traduz em dar à comunidade de onde somos originários, algo de volta, Maria Lopes decidiu inaugurar a sua Instalação em Portugal na comunidade onde cresceu, contribuindo assim para o enriquecimento da mesma.
“O Campo da Consciência” estará patente ao público de 3 a 31 Outubro 2014, na SMUP.
A instalação é patrocinada pela marca de lã Rosarios4.
Entrada livre.
Aberto Terça, Quinta, Sexta e Sabado, das 18h às 20h, e das 21h30 às 00h.
Este texto não foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
Meios Digitais
www.theconsciousnessfield.com
www.smup.pt
www.rosarios4.com
Contactos
Maria Lopes
mailto:ml@theconsciousnessfield.com
The Consciousness Field by Maria Lopes
Instalação “O Campo da Consciência”
Inauguração: dia 2 de Outubro às 19h na Sociedade Musical União Paredense (SMUP),
na Rua Marquês de Pombal 319, Parede
OBJECTO
"O Campo da Consciência" é uma instalação itinerante e interactiva que convida o público, de uma forma lúdica a partilhar a sua ideia do que é a consciência.
No "O Campo da Consciência" Maria Lopes cria uma ponte entre a antropologia e a neurociência usando a arte como veículo.
A INSTALAÇÃO
Maria Lopes desenvolveu o conceito para "O Campo da Consciência" quando finalizava o seu mestrado em Antropologia Social na University College London (UCL) em 2008.
A instalação foi criada originalmente para a exposição "The Brain Unravelled" a qual Maria curou e na qual ela declarou a morte do Dualismo Cartesiano.
Desde a sua primeira apresentação em 2009, "O Campo da Consciência" já foi exposto em diversos lugares do Reino Unido, mas também na India, Peru, Bolívia e na cidade de Nova Iorque com a chancela do UK Trade & Investement Department e do British European Design Group.
Maria Lopes recolhe todas as definições de consciência, executa uma análise de frequência e observa o padrão de palavras que emerge. Este padrão é depois comparado entre países com o intuito de investigar se o conceito de consciência é universal.
Maria Lopes tenciona apresentar o resultado global desta sua pesquisa no futuro. Baseado no conceito inglês 'Give something back' que se traduz em dar à comunidade de onde somos originários, algo de volta, Maria Lopes decidiu inaugurar a sua Instalação em Portugal na comunidade onde cresceu, contribuindo assim para o enriquecimento da mesma.
“O Campo da Consciência” estará patente ao público de 3 a 31 Outubro 2014, na SMUP.
A instalação é patrocinada pela marca de lã Rosarios4.
Entrada livre.
Aberto Terça, Quinta, Sexta e Sabado, das 18h às 20h, e das 21h30 às 00h.
Este texto não foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
Meios Digitais
www.theconsciousnessfield.com
www.smup.pt
www.rosarios4.com
Contactos
Maria Lopes
mailto:ml@theconsciousnessfield.com
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Pequenos Violinos da SMUP
"Avançar com um projeto para o ensino do violino em tempo de profunda crise económica não é tarefa fácil. O ensino individual de um instrumento é, como todos sabem, muito dispendioso. A compra de um instrumento é sempre um risco quando não se sabe se a criança vai gostar, se é o instrumento "certo", se vai preferir outra atividade...
O projeto que agora apresento visa minimizar as incertezas de uma 1ª fase de aprendizagem e oferecer um primeiro contacto com o violino divertido e acessível a nível de custos.
Tem a duração de 3 meses e termina com um concerto público onde as crianças poderão apresentar o trabalho realizado. Após esses 3 meses quem desejar continuar a estudar violino poderá fazê-lo em moldes a definir de acordo com as características de cada criança e situação familiar."
Rita Mendes
Pequenos Violinos
Criação de uma pequena orquestra de violinos na Sociedade Musical União Paredense (Parede).
Público alvo
Crianças do 1º ciclo da Escola Básica.
Modalidade de ensino
Aulas de música/violino em grupos de 10 até ao máximo de 20 participantes. Os violinos serão cedidos pela professora, ou seja, os pais não têm que adquirir os instrumentos. Esta atividade destina-se a crianças que nunca tenham tido contacto com o violino. Não são precisos conhecimentos musicais para participar.
Horário e local
5as feiras das 18h30 às 19h30 na SMUP (Rua Marquês de Pombal 319 – Parede)
Datas
De Outubro a Dezembro de 2014, com possibilidade de continuidade para quem assim o desejar.
Outubro: 2, 9, 16, 23, 30
Novembro: 6,13, 20, 27
Dezembro: 4,11,18
Concerto Final: Data e hora a anunciar
Custos
35 € por criança por mês + 10€ inscrição.
Um membro da família deverá ser sócio da SMUP.
Contactos
rita.mendes@sapo.pt
geral@smup.pt
96 2468554 (por sms preferencialmente).
A professora Rita Mendes
Rita Mendes fez o Curso Superior de Violino no Conservatório Nacional de Lisboa e prosseguiu os seus estudos no Conservatório de Roterdão (Holanda) onde se licenciou em Pedagogia do Violino.
Trabalhou como professora de violino nas escolas de música de Roterdão, Woerden, Gouda e Zoetermeer.
Frequentou cursos de pós-graduação em pedagogia na Holanda (pedagogia Suzuki com Johannes Lievaart e também com Qui van Woerdekom e Joyce Tan), em Inglaterra (com Sheila Nelson na Guildhall School) Alemanha (com Caty Shepheard na Musik Hochschule Dusseldorf) e Finlândia (Método Colour Strings no East Helsinki Music Institut).
De regresso a Portugal, foi Directora Pedagógica do Conservatório de Leiria e fundadora de vários projectos-piloto relacionados com a pedagogia do violino. Desenvolve acções de divulgação do violino junto do grande público em escolas do ensino básico, bibliotecas e centros culturais. Foi convidada para apresentar o projecto Violinos em Festa em Cabo Verde, em presença de representantes da UNESCO. Actualmente lecciona na Escola de Música de Linda-a-Velha.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
CONTATINAS (com Luís Correia Carmelo e Nuno Morão)
23 de Julho às 21h30
SMUP
Entrada livre
"BOCA - palavras que alimentam" apresenta o projeto Contatinas (contos e concertina) com Luís Correia Carmelo e Nuno Morão.
Contatinas é o 4.º título da colecção HOT – Histórias Oralmente Transmissíveis, através da qual a BOCA, em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, pretende registar e actualizar os vários géneros da literatura de tradição oral, homenageando os nossos melhores contadores.
Luís Correia Carmelo tem formação de actor, mas tornou-se um prodigioso narrador oral e um investigador das formas e conteúdos do seu ofício, com mestrado feito sobre a morte nos contos tradicionais e doutoramento em curso sobre as técnicas interpretativas da narração oral contemporânea.
Nuno Morão é músico, sonoplasta e editor boquense. Juntos, desvelam 8 contos à concertina (acompanhada de percussões, melódica e ukelele), num espectáculo com a duração de 60 minutos.
Luís Carmelo narra e toca concertina, Nuno Morão é o companheiro de vários instrumentos.
Conhecer mais.
SMUP
Entrada livre
"BOCA - palavras que alimentam" apresenta o projeto Contatinas (contos e concertina) com Luís Correia Carmelo e Nuno Morão.
Contatinas é o 4.º título da colecção HOT – Histórias Oralmente Transmissíveis, através da qual a BOCA, em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, pretende registar e actualizar os vários géneros da literatura de tradição oral, homenageando os nossos melhores contadores.
Luís Correia Carmelo tem formação de actor, mas tornou-se um prodigioso narrador oral e um investigador das formas e conteúdos do seu ofício, com mestrado feito sobre a morte nos contos tradicionais e doutoramento em curso sobre as técnicas interpretativas da narração oral contemporânea.
Nuno Morão é músico, sonoplasta e editor boquense. Juntos, desvelam 8 contos à concertina (acompanhada de percussões, melódica e ukelele), num espectáculo com a duração de 60 minutos.
Luís Carmelo narra e toca concertina, Nuno Morão é o companheiro de vários instrumentos.
Conhecer mais.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Combat Jazz Series - Cortex (11 de Julho)
CORTEX – Combat Jazz Series
11 de Julho, 21h30, SMUP Parede
Sócios: 4€, n/ sócios 5€Os membros deste quarteto vindo da Noruega fazem parte dessa nova geração que está a mudar a face do jazz no Norte da Europa, envolvidos em formações como Honest John, Saka, Friends & Neighbors, All Included, The Heat Death, Team Hegdal, Zanussi 5 e Matthias Eick Quintet. Cortex pratica um jazz energético que tem como referências tanto a longa e profícua associação de Don Cherry com Ornette Coleman como a mais recente de Dave Douglas com John Zorn, no formato original dos Masada – o instrumentário é o mesmo, com trompete (Thomas Johansson), saxofone (Kristoffer Berre Alberts), contrabaixo (Ola Hoyer) e bateria (Gard Nilssen).
O que distingue o grupo é a valorização do factor intensidade. Os títulos das peças que editou em disco dizem tudo quanto a isso: “Nicotine”, “Endorphine” e “Desibel” são três exemplos que remetem para factores de excitação dos sentidos. O que quer dizer que Johansson e os seus parceiros são menos subtis do que aquilo que ouvimos em discos históricos como “The Shape of Jazz to Come” e “Alef” – preferem cortar a direito para chegarem onde desejam. E no entanto, trabalham mais a melodia e a pulsação, com a música a parecer assim menos escura e mais leve. Como se fosse um passeio na montanha em plena Primavera, para repetir as palavras de um crítico.
COMBAT JAZZ SERIES (powered by Clean Feed)
+info: allaboutjazz
+ info: thomasjohansson
Combat Jazz Series - BALONI (17 de Julho)
BALONI – Combat Jazz Series
17 de Julho, 21h30, SMUP Parede
Sócios: 4€, n/ sócios 5€O trio de Joachim Badenhorst, Frantz Loriot e Pascal Niggenkemper caracteriza-se por tocar um jazz incaracterístico que mais parece criar estados de espírito do que propriamente narrativas. Cada tema do novo álbum “?????” é como uma paisagem sonora, numa quietude ameaçadora que evoca os momentos anteriores ao desabar de uma tempestade. O projecto reúne músicos europeus radicados em Nova Iorque e isso significa que combina o melhor de dois mundos, ou dois entendimentos do que é hoje o jazz: se por um lado lida preferencialmente com texturas e “ruídos” (no sentido de “sons não musicais”), o que vem identificando os preceitos da improvisação no Velho Continente desde a década de 1960, segue também um modelo de associação com o composto que é muito americano.
Combat Jazz Series — Gorilla Mask (20 de Julho)
Peter van Huffel’s Gorilla Mask Combat Jazz Series
20 de Julho, SMUP Parede
Peter Van Huffel – alto saxophone
Roland Fidezius – electric bass, effects
Rudi Fischerlehner – drums, percussion
Podia ser o que no rock se chama “power trio”, mas não é. Ou é, se bem que no lugar da guitarra eléctrica esteja o sax alto de Peter van Huffel e a música proposta venha tanto dessa herança como da do jazz – ou sobretudo do jazz. Há nos Gorilla Mask algo da energia distorcida da banda punk Black Flag, mas Huffel continua essa linhagem saxofonística que passou por Charlie Parker e Eric Dolphy para desaguar no especialmente explosivo Peter Brotzmann. Em apresentação está o álbum “Bite My Blues” e o que este título anuncia é o que podemos ouvir: uma música fortemente enraizada nos mesmos blues que deram origem tanto ao jazz como ao rock. Gorilla Mask é muito diferente, pois, desse outro projecto com a participação do músico canadiano, House of Mirrors, em que as influências de Ligeti e Messiaen determinam uma abordagem camerística. Agora, é tudo bem mais directo: Gorilla Mask fixa-nos de frente e sem rodeios, sempre tentando tirar-nos o tapete debaixo dos pés. O contrabaixista Roland Fidezius e o baterista Rudi Fischerlehner agem como uma máquina de produzir “riffs”, mantendo-nos os músculos tensos e os ouvidos abertos, e Peter van Huffel ora salta e dança no topo ora mergulha no meio de todo o ritmo e toda a convulsão sonora, tentando atingir territórios desconhecidos. Sem nunca nos cansar e sem dar tréguas a si mesmo.
+ info
COMBAT JAZZ SERIES (POWERED BY CLEAN FEED)
20 de Julho, SMUP Parede
Peter Van Huffel – alto saxophone
Roland Fidezius – electric bass, effects
Rudi Fischerlehner – drums, percussion
Podia ser o que no rock se chama “power trio”, mas não é. Ou é, se bem que no lugar da guitarra eléctrica esteja o sax alto de Peter van Huffel e a música proposta venha tanto dessa herança como da do jazz – ou sobretudo do jazz. Há nos Gorilla Mask algo da energia distorcida da banda punk Black Flag, mas Huffel continua essa linhagem saxofonística que passou por Charlie Parker e Eric Dolphy para desaguar no especialmente explosivo Peter Brotzmann. Em apresentação está o álbum “Bite My Blues” e o que este título anuncia é o que podemos ouvir: uma música fortemente enraizada nos mesmos blues que deram origem tanto ao jazz como ao rock. Gorilla Mask é muito diferente, pois, desse outro projecto com a participação do músico canadiano, House of Mirrors, em que as influências de Ligeti e Messiaen determinam uma abordagem camerística. Agora, é tudo bem mais directo: Gorilla Mask fixa-nos de frente e sem rodeios, sempre tentando tirar-nos o tapete debaixo dos pés. O contrabaixista Roland Fidezius e o baterista Rudi Fischerlehner agem como uma máquina de produzir “riffs”, mantendo-nos os músculos tensos e os ouvidos abertos, e Peter van Huffel ora salta e dança no topo ora mergulha no meio de todo o ritmo e toda a convulsão sonora, tentando atingir territórios desconhecidos. Sem nunca nos cansar e sem dar tréguas a si mesmo.
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