terça-feira, 2 de junho de 2015

Oficinas de Verão - Arte e Natureza na SMUP

Plátanos em linha e baleias à vista - "Arte e Natureza" na SMUP

DIAS DE VERÃO COM:
Passeios ao jardim e à praia, exploração da natureza, pintura, escultura e desenho científico, coleções naturais, herbários e hoteis para insetos, culinária e teatro, mochila-museu portátil.










































SEMANA 1: 22 a 26 Junho
SEMANA 2: 29 Junho a 3 Julho
2ª a 6ª das 9h às 13h e das 15h às 18h
Para crianças dos6 aos 12 anos

PREÇOS:
Semana (desconto 10% para irmãos) = 80€ (n/ sócios 85€)
Manhã / tarde = 20€
Dia = 30€

Atenção: A Smup não fornece almoço. Recomenda-se trazer almoço-piquenique, lanche para o meio da manhã/tarde, água, chapéu e creme protector de casa.
Possibilidade de acompanhamento à hora do almoço: 10€/semana.
Seguro: 3€/semana.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: reservas@smup.pt
Em caso de o número de inscrições exceder o número de lugares disponíveis, os sócios da SMUP têm prioridade (por ordem de inscrição).

Com Ana Pêgo, Leonor Pêgo e Vanda Vilela



terça-feira, 14 de abril de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

People Like Us / Vicki Bennett apresenta Citation City na SMUP



































 



















A artista britânica Vicki Bennett, também conhecida como People Like Us, fará uma apresentação do seu novo projecto “Citation City” na SMUP, Parede, no dia 17 de Abril.

People Like Us tem desenvolvido trabalho na área da colagem audio-visual e é considerada uma das artistas mais influentes nesta área.
Vicki Bennett tem-se especializado na manipulação e recriação de fragmentos sonoros e visuais com origem tanto em meios experimentais como populares. Em 2006, foi-lhe concedido acesso ilimitado aos arquivos da BBC.
People Like Us já fez performances no Festival Sonar, Maxxi, na Tate Modern, no Barbican Centre, no Centro de Cultura Digital, entre outros.
Nos últimos anos, tem colaborado com a rádio WFMU, como dj-residente-à-distância.


 
















Citation City: Um labirinto colossal
Uma viagem no tempo através de uma cidade. Uma história dentro de uma história, dentro de uma história.
O que acontece quando múltiplas narrativas se combinam? Que histórias nos poderão contar que uma história isolada nunca nos contaria?






































Citation City, o último projeto de Vicki Bennett, combina múltiplas narrativas para criar a história de uma cidade, Londres, num período de enormes mudanças.
A partir de 300 filmes e mais de mil clips de vídeo que têm Londres como cenário, Vicki Bennett cria um patchwork colossal, um labirinto inspirado pelo ambicioso e derradeiro projecto de Walter Benjamin, The Arcades Project, que procurava mapear Paris através de fragmentos literários sobre a cidade (e que ficou inacabado devido à morte do autor em 1940).
Quando pesquisou sobre o projecto de Walter Benjamin, Vicki Bennett constatou que havia uma enorme semelhança entre os seus processos criativos: corte e colagem de fragmentos, agregados por listas de temas que funcionam como um sistema de informação.
Em Citation City, o trabalho audiovisual é criado a partir da colagem de clips de texto e imagens através de um sistema de “convergência” em que temas-chave, figuras históricas, tipos sociais e locais funcionam como íman, criando relações entre as imagens e revelando uma rede de afinidades escondidas.
A performance consiste na projecção do filme e na criação, ao vivo, de uma banda sonora, composta por fragmentos de sons retirados dos filmes e novas composições inspiradas pelo conteúdo das imagens.


















Site People Like Us
Citation City
Citation City — método (Educação/Formação)




quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Companhia Aberta da SMUP

Fazer parte — Companhia Aberta da SMUP — teatro com/para a comunidade.
Convidamos todos os que queiram viver uma experiência de teatro a participar na criação de uma nova peça.
Domingos das 20h45 às 23h.
Primeira sessão: 25 de Janeiro.
+ info: ctsmup@gmail.com


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Dança Contemporânea, oficina de criação para adultos e jovens adultos








































Para não profissionais.
10€ inscrição + 35€ por mês.
Segundas-feiras das 20h às 22h
Apresentação de projecto criado em Maio de 2015
Inscrições: geral@smup.pt

Aldara Bizarro
Aldara Bizarro tem  desenvolvido projectos artísticos situados na intersecção da dança contemporânea com outras artes, procurando assim estender as fronteiras da disciplina.

Nasceu em 1965, em Moçambique, na cidade de Maputo. Iniciou os seus estudos de dança em 1971, com a professora Royal Academy of Dance, Ana Mangericão, em Angola. Na sua adolescência estudou dança em Lisboa, tendo passado pelo conservatório. Mais tarde deslocou-se a Nova Iorque e Berlim onde estudou com professores conceituados. Como bailarina, trabalhou com Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho, Joana Providência, Paula Massano, Madalena Victorino e integrou o grupo de coreógrafos portugueses da Europália 91, Festival de Klapstuck/Bélgica. Abandonou a sua carreira de intérprete em 2001 dedicando-se à coreografia e direcção de espectáculos. Em 1999, com Rui Nunes, fundou a Jangada de Pedra, estrutura hoje dirigida pela coreógrafa e financiada pela Direcção Geral das Artes desde a sua origem. Entre 2002 a 2006, realizaram em conjunto o Festival WAY. Com Me, Myself and Influências, a sua primeira criação coreográfica, foi premiada no IV Workshop Coreográfico de Lisboa (1990) e, desde então, tem dirigido e interpretado os seus trabalhos contando actualmente com cerca de vinte obras apresentadas nas melhores salas de espectáculos do país. Uma Bailarina...é o seu cartão de visita uma vez esta obra teve mais de 350 apresentações. Em 2007 iniciou o Projecto Respira, projecto de criação e experimentação de dança com alunos do 6º ano de escolas do país, num trabalho articulado com os teatros e as diversas comunidades locais. A sua última apresentação foi em Fevereiro de 2012, numa co-produção do Centro Cultural de Belém e do Cine Teatro de Estarreja. Em 2011, o seu espectáculo A Nova Bailarina foi escolhido pela crítica do jornal O Público como um dos 10 melhores espectáculos desse ano. Tem trabalhado também como formadora e professora de dança, bem como, participado em conferências em instituições como o Centro Cultural de Belém, Fundação. Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, Forum Dança, Escola Superior de Dança, Club Unesco, Universidade de Barcelona, Associaçón Te Veo e outras estruturas reconhecidas publicamente.

http://www.jangada.pt

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Platform — Combat Jazz Series

18 de dezembro, quinta-feira, 21h30
Entrada: sócios 4€ ||| n/ sócios5€

Xavier Charles (FR): clarinet
Katrine Schiøtt (NO): cello
Jan Martin Gismervik (NO): drums
Jonas Cambien (BE): piano

Xavier Charles é uma das figuras de proa da improvisação francesa e europeia, seja em contexto acústico com o clarinete ou electrónico e electroacústico com os seus altifalantes em vibração. Umas vezes mais próximo do jazz criativo e outras de um noise de incidência rock, com incursões no reducionismo pelo meio, a sua actividade passou já por colaborações com nomes como Axel Dörner, John Butcher, Otomo Yoshihide, Tim Hodgkinson (Henry Cow), Frédéric Blondy e a banda punk anarquista The Ex, entre muitos outros.
Mais jovens, os parceiros deste veterano da cena gaulesa representam toda uma nova geração de improvisadores a Norte. Com estudos clássicos, a violoncelista Katrine Schiøtt tem desenvolvido o seu percurso em diferentes frentes musicais, jazz, música erudita contemporânea e pop alternativa incluídos. Em todas elas é reconhecida como uma inovadora das técnicas do seu instrumento. Por sua vez, o baterista Jan Martin Gismervik vem ganhando prestígio em grupos como Monkey Plot, Wolfram, PGA e Karokh, a mesma formação em que também toca o pianista Jonas Cambien quando não está na estrada com os Unbird e em outros projectos nas áreas do jazz e da música escrita do século XXI.

Todos os quatro vêm lembrar-nos que debaixo das pedras da calçada está a areia da praia…




Platform at Serendip festival from user12912717 on Vimeo.
Platform from user12912717 on Vimeo.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Personagens de Água







































Uma criação de Aldara Bizarro, interpretada por Maria Radich
13 de Dezembro, sábado, às 16h.
Reservas: reservas@smup.pt
Bilhetes: sócios 4€ n/sócios 5€ ||| preço especial família (+ de 4 pessoas): 3,5€ por pessoa
Levantamento dos bilhetes: no local entre as 15h00 e as 15h45
























"A água dissolve, a água transporta, a água limpa, a água gasta, a água é um espelho, a água renasce, a água é forte, a água entorna-se, a água engana. Este espectáculo, sobre as qualidades da água, propõe tarefas que serão executadas, levando as crianças a recriarem situações da vida real e a experimentar, de outra forma, as propriedades da água. A água como metáfora da vida."

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Tríptico (tragédia, comédia ou drama?)

Estreia quinta-feira, dia 20 de novembro, o novo projecto da Companhia de Teatro da SMUP: Tríptico, uma farsa trágico-cómico-dramática.

A criação e encenação é de Manuel Jerónimo e no elenco contamos com alguns actores repetentes e com "debutantes". São eles Ana Mota Ferreira, Carina Teixeira, Carla Santos, Daniela Serra, Fátima Calás, Pedro Sousa e Sara Afonso.

Em cada apresentação há música ao vivo criada e dirigida por Esteban Callegari, Manuel Bilro e Sara Afonso.

RESERVAS:
reservas.ctsmup@gmail.com ou 916 828 382

SABER MAIS.

Sinopse:
Um jovem quer tornar-se um actor. Para isso tem de enfrentar três desafios distintos, três peças que terá de interpretar para poder ganhar o nome de Actor. Tem de ser o Rei Édipo, que procura desvendar o mistério por detrás da peste que assola a sua cidade e apanhar o culpado desse crime; tem de ser o príncipe Segismundo, forçado a lutar entre o que lhe parece um sonho e a realidade e enfrentar o horrível destino que lhe foi predestinado; e tem de ser Hedda, procurando ganhar alguma forma de dominar o destino.
Um espectáculo à volta do cânone teatral, que é uma farsa trágico-cómico-dramática, e que surge de textos de Sófocles, de Calderon, de Ibsen e, claro, de Shakespeare.














































sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Um concerto assustador

Na sexta-feira, dia 31 de outubro, os Pequenos Violinos da SMUP vão dar um concerto de Halloween.
A entrada é reservada. Apenas para os mais corajosos.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SRUFTIRP














































Durante as férias, carregamos e arrastamos as pranchas atrás de nós. Até parece que vamos passar os dias a surfar.
Estes foram 15 dias passados lá.
Pelo meio, os nossos amigos foram lá ter, conhecemos o João, apanhámos figos e amoras, chuva, vento, sol, e altas ondas mas, como sempre, ninguém ficou lá fora a filmar.

José Bird

Primeira sessão de mini filmes de surf e viagens organizada pelo N.S.M.P.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Instalação "O Campo da Consciência" de Maria Lopes

"O Campo da Consciência" inaugura em Portugal
The Consciousness Field by Maria Lopes

Instalação “O Campo da Consciência”
Inauguração: dia 2 de Outubro às 19h na Sociedade Musical União Paredense (SMUP),
na Rua Marquês de Pombal 319, Parede

OBJECTO
"O Campo da Consciência" é uma instalação itinerante e interactiva que convida o público, de uma forma lúdica a partilhar a sua ideia do que é a consciência.
No "O Campo da Consciência" Maria Lopes cria uma ponte entre a antropologia e a neurociência usando a arte como veículo.

A INSTALAÇÃO
Maria Lopes desenvolveu o conceito para "O Campo da Consciência" quando finalizava o seu mestrado em Antropologia Social na University College London (UCL) em 2008.
A instalação foi criada originalmente para a exposição "The Brain Unravelled" a qual Maria curou e na qual ela declarou a morte do Dualismo Cartesiano.
Desde a sua primeira apresentação em 2009, "O Campo da Consciência" já foi exposto em diversos lugares do Reino Unido, mas também na India, Peru, Bolívia e na cidade de Nova Iorque com a chancela do UK Trade & Investement Department e do British European Design Group.

Maria Lopes recolhe todas as definições de consciência, executa uma análise de frequência e observa o padrão de palavras que emerge. Este padrão é depois comparado entre países com o intuito de investigar se o conceito de consciência é universal.
Maria Lopes tenciona apresentar o resultado global desta sua pesquisa no futuro. Baseado no conceito inglês 'Give something back' que se traduz em dar à comunidade de onde somos originários, algo de volta, Maria Lopes decidiu inaugurar a sua Instalação em Portugal na comunidade onde cresceu, contribuindo assim para o enriquecimento da mesma.

“O Campo da Consciência” estará patente ao público de 3 a 31 Outubro 2014, na SMUP.

A instalação é patrocinada pela marca de lã Rosarios4.
Entrada livre.
Aberto Terça, Quinta, Sexta e Sabado, das 18h às 20h, e das 21h30 às 00h.

Este texto não foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico. 

Meios Digitais
www.theconsciousnessfield.com 
www.smup.pt
www.rosarios4.com 

Contactos
Maria Lopes
mailto:ml@theconsciousnessfield.com



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Pequenos Violinos da SMUP













































"Avançar com um projeto para o ensino do violino em tempo de profunda crise económica não é tarefa fácil. O ensino individual de um instrumento é, como todos sabem, muito dispendioso. A compra de um instrumento é sempre um risco quando não se sabe se a criança vai gostar, se é o instrumento "certo", se vai preferir outra atividade...

O projeto que agora apresento visa minimizar as incertezas de uma 1ª fase de aprendizagem e oferecer um primeiro contacto com o violino divertido e acessível a nível de custos. 
Tem a duração de 3 meses e termina com um concerto público onde as crianças poderão apresentar o trabalho realizado. Após esses 3 meses quem desejar continuar a estudar violino poderá fazê-lo em moldes a definir de acordo com as características de cada criança e situação familiar."

Rita Mendes




















Pequenos Violinos
Criação de uma pequena orquestra de violinos na Sociedade Musical União Paredense (Parede). 

Público alvo 
Crianças do 1º ciclo da Escola Básica. 

Modalidade de ensino 
Aulas de música/violino em grupos de 10 até ao máximo de 20 participantes. Os violinos serão cedidos pela professora, ou seja, os pais não têm que adquirir os instrumentos. Esta atividade destina-se a crianças que nunca tenham tido contacto com o violino. Não são precisos conhecimentos musicais para participar. 

Horário e local 
5as feiras das 18h30 às 19h30 na SMUP (Rua Marquês de Pombal 319 – Parede) 

Datas
De Outubro a Dezembro de 2014, com possibilidade de continuidade para quem assim o desejar. 
Outubro: 2, 9, 16, 23, 30 
Novembro: 6,13, 20, 27 
Dezembro: 4,11,18 
Concerto Final: Data e hora a anunciar 

Custos 
35 € por criança por mês + 10€ inscrição.
Um membro da família deverá ser sócio da SMUP. 

Contactos 
rita.mendes@sapo.pt 
geral@smup.pt 
96 2468554 (por sms preferencialmente). 



A professora Rita Mendes

Rita Mendes fez o Curso Superior de Violino no Conservatório Nacional de Lisboa e prosseguiu os seus estudos no Conservatório de Roterdão (Holanda) onde se licenciou em Pedagogia do Violino. 
Trabalhou como professora de violino nas escolas de música de Roterdão, Woerden, Gouda e Zoetermeer. 
Frequentou cursos de pós-graduação em pedagogia na Holanda (pedagogia Suzuki com Johannes Lievaart e também com Qui van Woerdekom e Joyce Tan), em Inglaterra (com Sheila Nelson na Guildhall School) Alemanha (com Caty Shepheard na Musik Hochschule Dusseldorf) e Finlândia (Método Colour Strings no East Helsinki Music Institut). 

De regresso a Portugal, foi Directora Pedagógica do Conservatório de Leiria e fundadora de vários projectos-piloto relacionados com a pedagogia do violino. Desenvolve acções de divulgação do violino junto do grande público em escolas do ensino básico, bibliotecas e centros culturais. Foi convidada para apresentar o projecto Violinos em Festa em Cabo Verde, em presença de representantes da UNESCO. Actualmente lecciona na Escola de Música de Linda-a-Velha. 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

CONTATINAS (com Luís Correia Carmelo e Nuno Morão)

23 de Julho às 21h30
SMUP
Entrada livre


"BOCA - palavras que alimentam" apresenta o projeto Contatinas (contos e concertina) com Luís Correia Carmelo e Nuno Morão.

Contatinas é o 4.º título da colecção HOT – Histórias Oralmente Transmissíveis, através da qual a BOCA, em parceria com o IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional, pretende registar e actualizar os vários géneros da literatura de tradição oral, homenageando os nossos melhores contadores.

Luís Correia Carmelo tem formação de actor, mas tornou-se um prodigioso narrador oral e um investigador das formas e conteúdos do seu ofício, com mestrado feito sobre a morte nos contos tradicionais e doutoramento em curso sobre as técnicas interpretativas da narração oral contemporânea.

Nuno Morão é músico, sonoplasta e editor boquense. Juntos, desvelam 8 contos à concertina (acompanhada de percussões, melódica e ukelele), num espectáculo com a duração de 60 minutos.

Luís Carmelo narra e toca concertina, Nuno Morão é o companheiro de vários instrumentos.

Conhecer mais.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Combat Jazz Series - Cortex (11 de Julho)

CORTEX – Combat Jazz Series
11 de Julho, 21h30, SMUP Parede
Sócios: 4€, n/ sócios 5€

Os membros deste quarteto vindo da Noruega fazem parte dessa nova geração que está a mudar a face do jazz no Norte da Europa, envolvidos em formações como Honest John, Saka, Friends & Neighbors, All Included, The Heat Death, Team Hegdal, Zanussi 5 e Matthias Eick Quintet. Cortex pratica um jazz energético que tem como referências tanto a longa e profícua associação de Don Cherry com Ornette Coleman como a mais recente de Dave Douglas com John Zorn, no formato original dos Masada – o instrumentário é o mesmo, com trompete (Thomas Johansson), saxofone (Kristoffer Berre Alberts), contrabaixo (Ola Hoyer) e bateria (Gard Nilssen).

O que distingue o grupo é a valorização do factor intensidade. Os títulos das peças que editou em disco dizem tudo quanto a isso: “Nicotine”, “Endorphine” e “Desibel” são três exemplos que remetem para factores de excitação dos sentidos. O que quer dizer que Johansson e os seus parceiros são menos subtis do que aquilo que ouvimos em discos históricos como “The Shape of Jazz to Come” e “Alef” – preferem cortar a direito para chegarem onde desejam. E no entanto, trabalham mais a melodia e a pulsação, com a música a parecer assim menos escura e mais leve. Como se fosse um passeio na montanha em plena Primavera, para repetir as palavras de um crítico.














COMBAT JAZZ SERIES (powered by Clean Feed)

+info: allaboutjazz
+ info: thomasjohansson

Combat Jazz Series - BALONI (17 de Julho)

BALONI – Combat Jazz Series
17 de Julho, 21h30, SMUP Parede
Sócios: 4€, n/ sócios 5€

O trio de Joachim Badenhorst, Frantz Loriot e  Pascal Niggenkemper caracteriza-se por tocar um jazz incaracterístico que mais parece criar estados de espírito do que propriamente narrativas. Cada tema do novo álbum “?????” é como uma paisagem sonora, numa quietude ameaçadora que evoca os momentos anteriores ao desabar de uma tempestade. O projecto reúne músicos europeus radicados em Nova Iorque e isso significa que combina o melhor de dois mundos, ou dois entendimentos do que é hoje o jazz: se por um lado lida preferencialmente com texturas e “ruídos” (no sentido de “sons não musicais”), o que vem identificando os preceitos da improvisação no Velho Continente desde a década de 1960, segue também um modelo de associação com o composto que é muito americano.

























Combat Jazz Series — Gorilla Mask (20 de Julho)

Peter van Huffel’s Gorilla Mask Combat Jazz Series
20 de Julho, SMUP Parede
Peter Van Huffel – alto saxophone 
Roland Fidezius – electric bass, effects 
Rudi Fischerlehner – drums, percussion 

Podia ser o que no rock se chama “power trio”, mas não é. Ou é, se bem que no lugar da guitarra eléctrica esteja o sax alto de Peter van Huffel e a música proposta venha tanto dessa herança como da do jazz – ou sobretudo do jazz. Há nos Gorilla Mask algo da energia distorcida da banda punk Black Flag, mas Huffel continua essa linhagem saxofonística que passou por Charlie Parker e Eric Dolphy para desaguar no especialmente explosivo Peter Brotzmann. Em apresentação está o álbum “Bite My Blues” e o que este título anuncia é o que podemos ouvir: uma música fortemente enraizada nos mesmos blues que deram origem tanto ao jazz como ao rock. Gorilla Mask é muito diferente, pois, desse outro projecto com a participação do músico canadiano, House of Mirrors, em que as influências de Ligeti e Messiaen determinam uma abordagem camerística. Agora, é tudo bem mais directo: Gorilla Mask fixa-nos de frente e sem rodeios, sempre tentando tirar-nos o tapete debaixo dos pés. O contrabaixista Roland Fidezius e o baterista Rudi Fischerlehner agem como uma máquina de produzir “riffs”, mantendo-nos os músculos tensos e os ouvidos abertos, e Peter van Huffel ora salta e dança no topo ora mergulha no meio de todo o ritmo e toda a convulsão sonora, tentando atingir territórios desconhecidos. Sem nunca nos cansar e sem dar tréguas a si mesmo.

+ info



















COMBAT JAZZ SERIES (POWERED BY CLEAN FEED)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Uma noite que vai ficar na memória de todos.


Olga Prats, António Victorino de Almeida e a SMUP convidam para uma noite informal e invulgar de música e cinema, no salão da SMUP, Parede, dia 15 de Junho às 21h00.

Um duelo sem armas, em que a intérprete e o improvisador se confrontam com disparos de Astor Piazzola, entre outros, e respostas espontâneas! E quando pensa que já viu e ouviu tudo, acomode-se na sua cadeira e prepare-se para uma viagem com "O Tempo e as Bruxas". Realizado, escrito e também improvisado pelo maestro, com um leque de personagens estranhamente comuns aos nossos dias.

Um filme de não atores, com um realizador compositor, algumas participações especiais e muito improváveis! A não perder uma noite única, que irá ficar na memória de todos!



Sócios 5€, n/ sócios 4€Reservas: reservas@smup.pt