domingo, 13 de maio de 2012

LANDART CASCAIS 2012


*  *  *

No dia 14 de Abril de 2012, a LandArt Cascais reabre as portas, pelo 4º. ano consecutivo. A iniciativa, a decorrer pelo 3º. ano no Parque Natural de Sintra-Cascais, entre 14 a 1 de Julho, terá como programa inaugural uma visita guiada às obras em exposição, finalizando com um concerto de Jazz.
Semelhante às edições anteriores, a exposição contará com visitas guiadas à Quinta do Pisão, oficinas de Landart (para adultos), concertos de jazz e conversas com os autores das intervenções artísticas.
A dispersão das intervenções artísticas ao longo do espaço, previstas nesta exposição, surgem como um novo desafio que visa promover a visita e a descoberta do Parque Natural de Sintra-Cascais.
Internacionalmente destacados, os artistas presentes na 3ª. edição desta iniciativa, a ter lugar na Quinta do Pisão, são nomes como Rablaci, Eduardo Malé, Ricardo Lalanda, Ana Vieira e Catarina Câmara Pereira.
No Centro Cultural de Cascais poderá, também, visitar as exposições de Luís Filipe Jacinto Vicente e Susana Tereso, autora de “Parques Urbanos” e “Lisboa Nua”, intensas obras que ligam a essência da natureza com a mais pura forma de arte.
As Oficinas de LandArt serão dirigidas por André Banha e Dalila Gonçalves, artistas conceituados portugueses licenciados em Artes Plásticas com obras de renome como 'Kneaded Memory' , de Dalila Gonçalves.
Os espetáculos temáticos de Jazz, a decorrer na Quinta do Pisão, serão promovidos pelo Jacc - Jazz ao Centro Clube, que se farão acompanhar por conceituados artistas do género musical como Maria João, João Farinha e Jeb Bishop. Estes são alguns dos nomes sonantes com que poderá contar nos seus finais de tarde.
Tendo como principal referência a dinamização e abertura dos espaços naturais ao público, como a Quinta do Pisão, a LandArt Cascais convida-o a visitar as exposições, a decorrer durante o evento, e a desfrutar de um concerto de jazz no seu final de tarde.
A Land art (arte da paisagem) foi um movimento que surgiu durante a década de 60 e que resultou do reencontro artístico do homem com a natureza, como resposta ao contexto socioeconómico vivido nos E.U.A. Desse reencontro surgiram obras impossíveis de confinar numa galeria ou num museu.

Land Art

sexta-feira, 11 de maio de 2012

REUNIÃO COM A CMC SOBRE AS OBRAS DE REQUALIFICAÇÃO DA SMUP

*

Caros associados e amigos,

Aqui vimos dar conta da reunião efectivada no passado dia 9 com o pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Cascais.
Por parte da SMUP estiveram presentes Orlando Alves e José Mesquita Duarte, membros da Direcção, e Vítor Ribeiro, do Conselho Fiscal. Por parte da CMC, estiveram presentes a Drª. Clara Justino, veradora do pelouro da Cultura, bem como o Dr. António Carvalho.
Face ao exposto pela Direcção da SMUP, a CMC informou-nos não dispôr de verba, no corrente ano, para financiar a continução das nossas obras, solicitando-nos uma revisão de orçamentos de todos os itens da empreitada que estão por concluir, tendo em vista a vir a  prever, no seu orçamento para 2013, novas verbas para a nossa colectividade.
Nestes termos, as obras de requalificação da SMUP entraram num novo e prolongado impasse.
Em face desta situação, a Direcção vai analisar o problema em reunião a ter lugar no próximo dia 15, tendo entretanto promovido a convocação, prevista nos Estatutos, de uma reunião do Conselho Geral, também ela destinada a apreciar o assunto e a encontrar soluções que possam desbloquear o impasse actual.
Continuamos a contar com a ajuda activa de todos vós. Venham daí ideias e propostas!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

ANTÓNIO RAMOS ROSA


*   *

Para um amigo tenho sempre

 
Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.

                                                     António Ramos Rosa (n. 1924) 

(do livro «Viagem Através de uma Nebulosa» - 1960)


sexta-feira, 4 de maio de 2012

CONDOLÊNCIAS


*   *

No passado dia 2 faleceu Artur Agostinho da Silva Modesto, pai da nossa vice-presidente Fernanda Modesto.
O seu funeral realiza-se amanhã, da igreja de Tires para o cemitério de Rio de Mouro, pelas 9 horas.

Nesta hora de dor, a direcção da SMUP endereça as mais sentidas condolências a toda a família enlutada.

(Coragem, Fernanda!)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

DESENHOS E AGUARELAS DE RUI PAIVA




*    *

          Local

  • Casa de Santa Maria

«MEMORIAL» NO CCC


*   *

O espectáculo “Memorial” junta duas gerações de cantores: Fernando Tordo e Carlos Mendes - cujas composições e interpretações inesquecíveis pertencem à história musical do nosso país - e Filipa Pais, uma voz inconfundível que pertence a uma nova vaga de intérpretes.
O repertório do espectáculo abrange canções que fazem parte da memória coletiva dos portugueses e cerca de uma dezena de temas inéditos criados propositadamente para este projecto.

"Memorial" é um espectáculo surpreendente, tanto musical como cenicamente.

4 MAI | 21H30 - CENTRO CULTURAL DE CASCAIS

Bilheteira
Plateia – 15 € | Balcão – 10 €
Reservas                             
Telef: 214815330/1
E-mail
                               
bilheteira.memorial@gmail.com

terça-feira, 1 de maio de 2012

PARCERIA



*    *

Aqui damos conta do Protocolo de Parceria ontem assinado entre
a Direcção da SMUP e a Direcção
do Projecto Magnólia Branca - Associação Cultural.

Para a frente é que é o caminho!


*

Protocolo de parceria
entre a Sociedade Musical União Paredense (SMUP)
e o Projecto Magnólia Branca - Associação Cultural

Estabelece-se, nesta data, um protocolo de parceria entre a Sociedade Musical União Paredense (SMUP) e o Projecto Magnólia Branca - Associação Cultural, com base nos seguintes considerandos:

1. A SMUP, presentemente alvo de obras de requalificação, pretende expandir e diversificar as suas actividades artísticas e culturais, ganhando um novo dinamismo susceptível de envolver novos públicos e captar novos sócios.

2. O Projecto Magnólia, criado em 2010, constituído em Associação Cultural em 29 de Março último, visa alargar a intervenção artística na abordagem de temas sociais e instituir-se como plataforma de experimentação artística onde actores de diferentes formas de arte encontrem espaço e instrumentos para aprimorarem a sua vocação, procurando novos espaços onde possa exercer a sua actividade.

3. Nesta conformidade, estabele-se a presente parceria de mútuo interesse entre os signatários, com base nos seguintes pontos:

a) A parceria entre a SMUP e o Projecto Magnólia Branca visa produzir espectáculos de teatro, dança, workshops ou outros, nas instalações da colectividade ou em outros espaços públicos exteriores a ela, os quais promovam a diversidade artística e a elevação do nível cultural da população;

b) Pretende-se com esta parceria que cada entidade mantenha a sua autonomia, pelo que as iniciativas a desenvolver serão analisadas e programadas projecto a projecto, quer por sugestão da SMUP, quer por sugestão do Projecto Magnólia Branca;

c) Para cada projecto, analisadas que sejam as suas particularidades, serão definidas as responsabilidades e competências principais das partes envolvidas, ficando as mesmas escritas em acta;

d) A SMUP cederá as suas instalações para a efectivação das iniciativas acordadas entre ambas as partes, incluindo os respectivos ensaios; as iniciativas que venham a ter por opção a utilização de outros espaços exteriores aos da SMUP serão tratadas directamente pelo Projecto Magnólia Banca, em colaboração com a Direcção da colectividade;

e) O Projecto Magnólia Branca, para cada iniciativa, compromete-se a assegurar adaptação do espaço para a apresentação do respectivo espectáculo, incluindo o material técnico necessário, bem como a promoção e publicidade do mesmo.
f) Todos os custos envolvidos na produção dos projectos e que sejam assumidos pelo Projecto Magnólia serão da sua responsabilidade, podendo pontualmente ser acordadas com a SMUP outras formas de financiamento para objectivos concretos e definidos;

g) As receitas de bilheteira de cada espectáculo reverterão a favor de ambas as entidades, com base em percentagens a acordar projecto a projecto e tendo em conta os custos já assumidos ou que venham a ser necessários assumir por cada uma das partes;

h) Os signatários comprometem-se a dar ênfase e credibilidade ao trabalho da Companhia de Teatro da SMUP, nomeadamente participando de forma activa na escolha dos projectos e responsáveis pelos mesmos, tais como o encenador/actores/formadores, esforçando-se também pela boa produção, divulgação e apresentação dos seus trabalhos em outros palcos da região e do país;

i) A parceria em apreço vigorará até 31 de Dezembro de 2013, momento em que deverá ser reavaliada por ambas as partes e, em conformidade com as conclusões que então forem retiradas, será ou não revista e retomada. Salvaguarda-se que a parceria em questão será suspectível de reapreciação sempre que se verifiquem alterações na constituição dos órgãos sociais das entidades que agora a subscrevem.

j) Qualquer eventual litígio que se venha a verificar entre as entidades signatárias do presente protocolo será derimido de acordo com a legislação em vigor.

Parede, 30 de Abril de 2012.


                                                                 A SMUP,


                       O PROJECTO MAGNÓLIA BRANCA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL,